Esse é um texto baseado em uma experiência que tive a cerca de um mês atrás e tem como objetivo mostrar o quão sutil é o espírito de porco dentro de cada um de nós, o capitlismo vivo em nossas veias. Senhores, o que irei dizer aqui é bem simples. A princípio será confuso, mas prometo que a frente se explicará. A minha experiência me levou a crer que o espírito capitalista é como uma carroça.
Começarei do começo para que entendam. Havia em minha casa uma carência por um granda-roupas decente e minha prima, na sua infinda solidariedade, nos doou um que não servia mais a ela, visto que se mudaria posteriormente a uma casa onde ele não cabia. Neste ponto analizemos que se o mesmo guarda-roupas coubesse na futura casa este muito dificilmente seria doado, mas tudo bem. O que interessa nesta situação é que não havia meios de locomover aquele trambolho até minha casa facilmente, havia cerca de um quilômetro nos separando do mesmo, então minha amada mãe, em sua divina sabedoria simplificadora de problemas, contratou um senhor que possuia uma charrete, com a qual fazia o serviço de frete. Como muita engorda em um só porco gera sobras eu sobrei e fui encarregado de acompanhá-lo.
Nuca havia andado de carroça! Que momento feliz, que alegria, que gozo! Uma emoção infinda resultante de uma vontade comprimida de infância! Seria tudo muito fenomenal se eu não tivesse me dado conta de que havia uma mula puxando a carroça. Neste momento imagino que os mais hábeis na leitura de meus discursos já sabem aonde quero chegar... Havia uma mula, muito, mas muito cansada mesmo (ao menos parecia assim) puxando cerca de cento e cinqüenta quilos! E adivinhem? Subindo uma ladeira com uma inclinação de no mínimo 45 graus! Isso antes de, logo em seguida, levantar uns quatrocentos quilos na mesma ladeira (o carreteiro, o guarda-roupas e eu), isso disconsiderando a carroça e duas peças de cama doadas adicionalmente (disconsiderados por mim por hipocrisia, visto que o bicho levou o peso do mesmo geito). Somente isso já seria o suficiente para refletirmos a respeito da situação vivida pela mula, o pior foi a minha reação diante disso: continuei lá, em cima da carroça, por umas duas horas até me dar conta de que tinha de descer...
A situação descrita serve para nos provar uma coisinha que vai doer no orgulho do amigo leitor. Somos as mulas do sistema! Vejam bem a minha conclusào sobre esse evento. A mula estava cansada, muito cansada e eu me dei conta disso, mas mesmo assim, continuei em cima da carroça. Sabem porque? Porque eu estava sendo muito beneficiado com aquela situação e isso ofuscou até minha visão do que é ética. Eu sou grande defensor da causa contra os maltratos dos animais, não duvidem disso, mas vejam que não é somente dos maltratos que falo aqui, eu falo de algo mais... Quando um homem se vê em uma situação de benefício, mesmo que em detrimento do outro, pouco lhe importa a mula, ou seja, nós, tendo em vista o espírito capitalista como o dono da carroça.
A carroça, simbólicamente falando, não passa do fardo que carregamos (dos sitemas, dos pré-conceitos, das opressões, etc, etc, etc...) o qual carregamos sempre sempre sob o açoite do nosso dono, o sistema, que não cansa jamais de aumentar a nossa carga, mesmo que em um morro, a sobrevivência.
Analizem agora o ponto mais mesquinho da história. O sistema é mau, mas não apenas para a mula. O dono jamais irá perceber esse ponto de vista (o da mula), ele sempre se verá com o mesmo cabresto que a mula, sabem porque? Porque ele precisa da mula e do peso que ela carrega para sobreviver, e pior, ele precisa aumentar essa carga pois senão ele mesmo será a próxima mula da lista a carregar o peso. O dono se vê sob as mesmas leis que estão sobre a mula, porque se a mula não trabalha será ele a trabalhar de forma bem semelhante para outros. O fato de nunca observar a situação da mula nunca o permitirá enchergar que ele próprio é uma mula e que devia ajudar ao que açoita para se ver livre.
Esse senhores é o capitalismo em sua forma mais simples, demostrado na história mais simples que pode haver, uma mula puxando uma carroça. Quando pararmos de agir como as mulas e começarmos a observar o capim que há na beira do caminho pelo qual passamos deixaremos de ser animais que pensam e seremos homens, homens capazes de largar a carroça, que simboliza a nossa própria ignorância e incosciência.
Uma vez um certo homem foi a uma certa rua dar um passeio. Naqueles tempos, assim como hoje, visto que aconteceu ontem, não era comum uma pessoa dar um passeio, ainda mais ao ar livre, que já estava preso há muito mais tempo que eu. Esse homem passou por uma praça e se deparou com um senhor de muita idade, quase um moribundo, cercado por alguns que nunca o tinham visto, mas que o ouviam dizer:
- No meu tempo, um beijo não era esperado. Nossa! Não era mesmo. Ele acontecia e só nos davamos conta disso quando já havia acontecido. Vocês não tem idéia do que significava um beijo. Um beijo era o selo. Selo daquilo que seus pais contavam a vocês antes de dormir. Sim, daquela lenda, a do amor! De certo sabem que já existiu, não? Eu nunca vi, mas dizem que existe... Não sei porque as pessaos acreditam simplesmente sem saber o porque das coisas, dizem que isso se chama fé... Eu tenho fé, nunca vi Deus e acredito nele, acreditam! Na verdade ver muitas vezes não é conhecer...
Aquele homem se sentou, nunca havia conhecido alguém que contasse histórias tão bem! Melhor que as de sua mãe! As pessoas envelheciam, mas as histórias, nunca. Com o tempo, sabem os senhores leitores, tudo vira história. O importante é que conforme aquele senhor continuava se afastavam aqueles que não acreditavam em contos de fadas. "Bah, tudo ilusão!", pensavam alguns; "Pena que não tenho tempo...", pensavam outros e existiam ainda aqueles que acreditavam em contos de fadas, mas para que acreditar quando o jornal diz que não é assim... Conforme foi abrindo-se o caminho aquele homem se aproximou cada vez mais, até que se sentava ao lado do ancião.
Aquele senhor era mesmo velho e parecia conhecer muito da vida e isso instigou o homem a perguntar sobre essa mesma vida, afinal ele ainda não conhecia nada a respeito dela. Quem sabe aquele senhor não tinha algo a dizer, algo útil para sua existência, algo que mudaria seu modo de enchergar as coisas. Pode ser que aquele homem fosse algo mais que um caminhante do sendeiro da vida, só ser caminhante não bastava a ninguém naqueles tempos, ao melhor dizendo, a quase ninguém, afinal, havia um diante dele.
- O senhor é muito velho e parece conhecermuitas histórias. Sempre gostei de histórias, nunca vivi nenhuma. Me interessou bastante a do beijo, mas também nunca vivi, ou vivi e não soube. - comentou o homem.
- A ciência da vida é mais importante que a da morte e a do beijo mais que a do amor, pois assim como para reter a morte é necessário conhecer a vida para reter o amor é necessário conhecer o beijo.
- E o que seria o beijo?
- É um momento vivido. Já viveu algum?
- Não me lembro.
- Talvez seja porque o senhor não viveu e sim passou pela vida.
- Dizem que o primeiro beijo é o melhor.
- Não. O melhor é o último.
- Mas porque? É muito triste que algo acabe, principalmente uma história...
- Quando algo acaba podemos ter certeza que já havia começado antes. Pior é quando termina sem nunca haver começado. O começo só vale a pena quando existe o término nos lembrabdo que um dia começamos.
O velho encarou aquele homem. Seu olhar era vivo e penetrante. Ele já estava cansado. Falava muito, muitos escutavam, poucos ouviam. Nem mesmo ele conhecia o porque de saber que o que ele dizia era verdade, talvez fé, eu duvido. Era mais a vivência. A vicência supera a fé. Ele não sabia porque ele dizia a verdade, mas sabia que era verdade, então resolveu pergutar:
- Acredita no que eu digo?
- Não senhor, mas o senhor fala bem!
- Porque não acredita?
- Só acredito no que vejo.
- E porque não vê?
- Porque não está diante dos meus olhos, ora.
- E o que está diante dos seus olhos?
- O senhor!
- Acredita em mim?
- Não.
- Então seu erro não está em acreditar no que vê, meu jovem, e sim no que você pode ver, mas ainda sim não acredita.
- Só vejo infelicidade, morte e dor. E que mais eu posso ver?
- Somente o que compactua com o que está dentro de ti mesmo.
- E o que o senhor vê?
- Um homem que gosta de histórias.
- E as histórias são verdades?
- Depende de quem as vê. para alguns são histórias, para outros verdades.
Depois disso o velho recolheu-se e foi para a casa de seu pai. O homem ficou calado. Depois de algum tempo foi embora e assistiu o Show de Fim de Ano 2008 do Roberto Carlos. Ele não entendeu o que viu, somente a história que ouviu. E como história ficou, ainda mais depois do Roberto Carlos... Como disse, a vida passa, mas as histórias nunca... Depende de quem vê.
Como podem ter percebido, comecei esta obra com uma simples definição do dicionário para o que pode vir a ser o significado de amizade. Logo a princípio eu vos pergunto: O que é amizade? É uma pergunta que está engarrafada por uma centena de definições formadas pelos séculos dos séculos não acham? Por incrível que pareça hoje em dia é fácil para a humanidade em peso responder o que é amizade. Sigamos um pouco mais adiante. eu vos pergunto: O que é um amigo? Seria apenas o praticante do que nós atribuimos à amizade? Seguindo os predicados atribuidos por um dicionário padrão um amigo é um ser que sente sentimentos nobres por uma outra. Vejam agora uma outra definição encontrada em um dicionário sobre uma outra coisa e vejam se entendem o que, de fato, quero dizer com este texto:
Amor: do Lat. amore
s. m.,
viva afeição que nos impele para o objecto dos nossos desejos;
inclinação da alma e do coração;
objecto da nossa afeição;
paixão;
afecto;
inclinação exclusiva;
Essa foi a definição de um outro sentimento, o amor. Neste ponto é importantíssimo que comparemos as duas definições e cheguemos a uma conclusão: fora o fator paixão, ambos os sentimentos são, em verdade, seis e meia dúzia, ou seja, a mesmíssima coisa! Agora, como explicar o que é amizade, meus caros? Porque é tão difícil e ao mesmo tempo tão fácil crer que é assim mesmo que são as coisas? É por esse motivo que minha primeira mensagem deste fim de ano tem como título esse sentimento, o da amizade. Porque é importantíssimo que entendamos que amizade e amor são a mesma coisa e que esse denominativo chamado amizade não passa de um veículo de nós mesmos para fugir de uma verdade, dolorosa por sinal, que é a que muitos de nós não queremos amor nossos amigos, que por lógica, são nossos amores.
Quantos de vocês já disseram às suas mães que as amam? E aos pais? E aos irmãos? E aos cônjuges? E agora o mais importante questionamento para esse texto: E aos amigos? Aposto que as raras excessões se apresentam da segunte forma: os amigos já disseram às amigas e as amigas às amigas e nunca da forma contrária. Sabem porque? Ora, é simples, porque é dado o nome amizade ao amor para mascará-lo quando não convém à sociedade que ele se mostre nú. Sim, senhores! A um homem não é permitido amar a outro, logo, são amigos ou homossexuais. A uma mulher não é permitido amar a um homem, logo, ou são casados ou amantes. Mais uma vez nosso querido amigo ego falando mais alto e, esse sim, nós amamos sem vergonha, mesmo sendo nosso amigo...
Toda vez que o amor não pode ser demostrado ele vem "metamorformisaso" em amizade e isso não é muito difícil de perceber, pensem bem. Se você é amigo de um casal, de certo é porque não pode, aos olhos mesquinhos do ego da sociedade, amar a nenhum deles sem que seja massacrado pelo peso da misérabilidade de espírito dos que se dizem homens e mulheres de bem. A amizade é apenas uma casca que carrega dentro de si o amor. Quando não se pode amar, deve-se ser amigo, vocês sabem, coisas da vida, sem recentimentos, o mundo é assim e nem eu nem você podemos mudá-lo NUNCA em nossa existências (Ao menos é isso que querem que você pense, afinal, somos filhos de Deus e só por isso ninguém deve ser perfeito. Não acha?). Vivemos em uma batalha das antíteses onde um sentimento só, grandioso e sublime, foi despedaçado em milhares de migalhas, sinonimamente hipócritas, sem a menor piedade pela corrupção do homem e seus pré-conceitos medonhos, cheios de critérios e regrados, que só servem para uma coisa: fazer de você um idiota. Idiota porque você tem a chave para ser livre e não a usa. Já se perguntou porque nunca a usou? Eu tenho a responta. Você nunca a usou porque tem medo do que eu vou pensar de você, apesar de que meus pensamentos você não sabe e mesmo se soubesse NUNCA mudaria absolutamente nada em sua vida, sacou? Esse sentimento, tão mertirizado pelo nosso egoísmo se vê obrigado e se esconder em meros artifícios linguísticos. Esse sentimento! Por acaso sabem a dimensão disso? Garanto, é enorme.
Não sei se lembram-se do que eu disse ao comparar ambas as definicões. Eu disse que a única descrepância entre as duas seria a paixão. Talves seja porque a paixão seja, de fato, um sentimento apenas entre homem e mulher. Realmente um diferencial.... colocado dentro do que é o amor, apenas paternal, fraternal e conjugal, ou melhor, exatamente como querem que achemos que é. O único diferencial válido e solitário, confundido dentro de um sentimento universal para perpetuar a vontade do povo, que não é a de Deus: Não se amem, amar é feio. Sejam amigos, é diferente.
Aqui eu concluo esse pensamento. Parabenizo a nós mesmos pelo número enorme de possíveis amores que nos permitimos ter (aqueles que nos fazer preconeituosos e perfeitos assim como somos), ou melhor amigos... ou melhor, pior que isso.
Entendo que a palavra ritual é meio pesada , ainda mais quando quem ouve (ou lê) é alguém que carrega dogmas adquirido por toda vida e cai na besteira de pensar que essa palavra em qualquer contexto está associada a religião. Hoje eu não vim tocar no assunto religião, muito menos dar uma aula sobre a palavra ritual e suas variantes. Eu vim falar do ritual que já vi várias vezes acontecendo e sendo executado pelas autoridades que eu tenho que respeitar pra não ser preso na “democracia” em que vivemos. Passando brevemente por uma calçada qualquer, num ponto movimentado de Governador Valadares, minha cidade, eu vi três rapazes morenos escuros, em três bicicletas. Vínhamos dois policiais e eu sobre a calçada quando os policiais pediram que os afro descendentes parassem, descessem das bicicletas e colocassem as mãos pro alto, era o começo de um ritual macabro: resultado de uma sociedade cauterizada por valorizar muito mais as aparências do que o conteúdo ou o conhecimento e potencial que há em alguém ou algo. Não, o conteúdo eles valorizam sim. Um dos rapazes morenos tinha um mochila nas costas e o policial arrancou a mochila das costas dele e revistou sem respeitar o que havia ali.Abuso de autoridade? Ou será que eles deixaram de pagar a taxa de privacidade?
Me pego às vezes rindo da situação em que a sociedade se encontra.Remunerando com alguns salários pessoas que simplesmente não pensam que um daqueles afro descendentes poderia ser um dos cidadãos que os pagam, quiçá um pai de família que só gostaria de ser respeitado pelo que ele é realmente e não só pela cor da sua pele.
E por que eles não me revistaram?
Ah sim.Eu estava de calça jeans, tênis e uniformizado com a camisa da minha escola técnica ; minha pele é clara e eu não me sinto nem um pouco intimidado pelos fardados.
Sou cidadão brasileiro e concordo que todos nós precisamos e merecemos ser respeitados independente da nossa cor, crença ou roupa que estivermos vestindo...
“Moro num país tropical abençoado por Deus e bonito por Natureza”
Brasil, um belo país, abençoado por Deus, bonito por natureza...mas, que beleza!
Nosso país tem muitas razões pra ser um país melhor ou pior do que é, nessa salada de razões encontramos alguns ingredientes que fazem maior diferença que outros, o que estabelece a grande maioria, portanto, a “cara do país”.
“Isso é pra você aprender, seu desgraçado” foi a frase que eu ouvi embolada ao som estridente de um choro infantil que pra mim demonstrava claramente uma tristeza profunda e sincera em relação ao que acontecia a ela.Enquanto a mãe furiosa pegava uma vassoura, me olhava emburrada e fechava o portão da casa pra tentar inibir o seu caráter demonstrado pelo choro triste daquela criança.Sempre que falo isso alguém me censura, mas se daqui há alguns anos aquela criança se tornar uma mulher e internar a sua mãe numa casa de repouso e abandoná-lapor lá eu não tiro a sua razão e até acho que ela estará fazendo muito de não devolver à sua mãe todas as marcas que com certeza serão deixadas por toda a sua vida se nada mudar na educação e o seu filho será mal educado e o neto também gerando uma cadeia que arrasta qualquer progressão pra trás, é uma boa razão pro Brasil ser um país pior do que é.
“A minha maior preocupação é que os alunos não procuram entender as matérias” foi a frase que eu ouvi do meu professor enquanto a sala esvaziava meia hora antes o horário do fim da aula, problemas não foram resolvidos, dúvidas ficaram da boca pra dentro e o conhecimento ficou pairando no ar até que fosse soprado pra outro lugar, enquanto o raro professor dedicado se preocupava por causa de uma maioria de alunos que não querem entender a matéria e o professor dedicado e com tanta vontade de ensinar, ser questionado, enfim, trabalhar para cumprir o seu papel de professor o que o torna o ótimo professor que é e o torna uma boa razão pro Brasil ser um país melhor do que é.
Sejamos uma boa razão pro Brasil ser um país melhor do que é, antes de reclamar de vivermos num país ruim.
Ah...depois desse sonoro “opa” todos os raros leitores desse blog já sabem que essa postagem é do Ítalo: o blogueiro solitário!
Hoje é dia dos finados e eu estou aqui para mencionar a morte do Presidente Bush que esta com seus dias de Casa Branca contados e tudo indica que um negro estará lá daqui há poucos dias, amém?
Espero ansiosamente que o novo presidente dos EUA deixe a casa branca menos negra nos próximos anos de governo, e que ele mate menos pessoas e não seja motivo para novas manchas negras na história da humanidade, dando motivos de sobra para que qualquer um queira atacar as torres gêmeas, pentágono e atacar também a casa branca, deixando só as cinzas de lembrança e as almas penadas do presidente e sua família tentando escapar dentre os escombros frios.
Que os próximos filmes de Hollywood não se preocupem em apenas proteger o presidente e a “primeira família” norte americana, se eles são pessoas como nós e nós como eles passamos mal bocados por erros deles que são humanos como nós e querem também ser entendidos em suas falhas.
Que nos próximos dias de finados, tenhamos cada vez menos famílias enlutadas nos cemitérios norte americanos, e que as poucas mortes que haja lá, sejam de velhice, doenças crônicas e outras razões inevitáveis da vida da qual a única certeza é a morte tanto pra negros, brancos, amarelos, riscos, pobres, favelados, mendigos.De presidentes a vereadores e também pessoas honestas.
Que os fins não só dos norte americanos daqui pra frente não sejam noticiados na televisão em função da sua barbaridade e que os velórios não sejam tão tristes e que as últimas promessas dos primeiros mortos sejam convincentes e cumpridas.
Que nós, pobres seres humanos continuemos a viver nossos dias contando com a morte amanhã e quando morrermos lembrarmos de todos os dias que aproveitamos como se fossem os últimos, e que os últimos segundos, sejam gratos a toda a vida pelas alegrias e até mesmo tristezas que nos impulsionaram a morrer, enfim.
Que entendamos o sofrimento de quem nos perde, como a prova real de que toda a nossa vida valeu a pena!
Ontem aconteceu uma coisa muito legal: Eu fui fazer uma dinâmica de grupo concorrendo a uma vaga de Estágio numa multinacional chamada Vale do Rio Doce. Achei muito peculiar o comportamento de todos diante da psicóloga e entre uma das nossas dinâmicas tinha uma que era em grupo e na hora que a psicóloga perguntou quem era o líder do grupo? Todos quiseram ser, pra mostrar pra ela que têm poder de liderança, mas será que têm mesmo? Não sei! Só sei que fiquei muito nervoso quando ela nos pediu pra escrever uma redação e o tema da minha era : “Brasil: O país do futuro?” Eu me desdobrei pra escrever a bendita redação, inclusive fiz num rascunho na esperança de trazê-lo pra casa e o que aconteceu? Nem o rascunho ela me deixou trazer pra casa, era “material interno”,
Acho que nem se eu pedisse pra levar um pedaço de papel higiênico de lembrança ela deixaria, afinal de contas todas as merdas que eu fiz ali pertencem a ela, porque naquele momento eu fui seu escravo.
E nós, pobres estudantes de cursos técnicos temos que passar por tudo isso pra conseguir uma mísera vaga de estágio, e render o triplo do que ganhamos da empresa... Todos nos colocamos numa posição de submissão em relação à empresa, mas no fundo o que a gente quer é sair dessa posição e subir até não precisar mais estar nela, enquanto não subimos ficamos aqui de baixo, debaixo de solas de sapatos caros e olhos autivos.
Esse é o capitalismo que nos enforca segundo a segundo, e ainda temos que sorrir pra não sairmos dessa máquina que produz a desigualdade em todo o mundo e gera a diferença mais dolorosa entre os pobres e os ricos.
Galera amada que lê o Logos Gevê, meu dia oficial de postar é domingo, mas infelizmente eu não estava em casa, logo, não deu pra sentar no pc e escrever um bom texto.A título de informação, que irá também compôr boa parte do teor do meu texto, eu estive em Timóteo, num intercâmbio com da Igreja Presbiteriana Jardim das Oliveiras com a Presbiteriana de Acesita, o que foi muito bom, principalmente no domingo de manhã quando vimos o trabalho que a igreja faz recuperando jovens dependentes químicos e reintegrando-os à sociedade, o que me fez pensar que as igrejas evangélicas do Brasil fazem muitos mais e melhor do que os "anti-igrejas" dizem e continuam imersos em suas palavras vãs e sua lista de ações estagnada em um número abaixo de dez.
Numa tarde incomum de domingo, onde fomos todos até a igreja pra tomar sorvete com os irmãos, houveram alguns discursos, belos discursos e muitas pessoas ainda comovidas com aquele espetáculo que os irmãos da clínica de recuperação fizeram no domingo pela manhã e entre um "palestrante" e outro eu ouvi algumas palavras que vou rabiscar aqui agora: "Eu sinto saudade dos estudos bíblicos que fazíamos antigamente" e imediatamente me pus a analisar aquela afirmação, da qual todos concordavam e quase no fim daquele ritual que provavelmente já escapou de muitas mentes, eu, quase sem voz, resolvi dizer: " Se todos concordam, incluindo a liderança, por que então não estamos fazendo um estudo bíblico agora? "
É uma simples questão de atitude, a qual nós ainda não tomamos, e PRECISAMOS TOMAR!
Encerro essa minha postagem com a frase de uma música: " O querer é o que nos move"
Independente do que você quiser, o seu querer é o que vai te mover até ele.
Confesso que ultimamente, nos dois últimos dias pra ser exato, minha vontade tem sido de exponenciar meu tempo que tem sido curtíssimo.Agora mesmo, estou aqui cumprindo minha última missão desse longo dia: postar no blog. Não estou reclamando da minha rotina, aliás nem tenho o direito de fazê-lo, pois, eu mesmo foi quem a escolheu então, tenho que encará-la da melhor forma para que não se torne amarga.
Numa antiga poesia minha, disse as seguintes palavras : "A água amarga a boca, ou a boca amarga a água?" e agora, enquanto estou escrevendo essa postagem, tais palavras me vieram à mente e passo a vocês meus amados leitores. Se a vidá é ruim quem a deixa ruim? Não precisa responder em voz alta, pois, passarei a usar um exemplo que presenciei hoje pela manhã, enquanto curtia a aurora matinal (como diriam meus irmãos Lucas e Zezzo).O fato foi assim:
Estávamos todos esperando para atravessar a rua, quando veio um motoqueiro da nossa esquerda, pra passar diante de nós e ir embora; Ao meu lado esquerdo havia uma menina, consideravelmente bela, de olhar vazio e indiferente.Os meus imitaram o dela, até que o motoqueiro passou devagar olhando-a com um olhar meio "abobado" e foi embora, o meu olhar continuou trunfado, até que ouvi uma voz amarga dizendo: " Esse palhaço sabe que nóis tudo tem que atravessá e fica óiando com cara de otário pra minina ki nem cunheci eli".
A partir daquele momento, eu passei a entender quem é que amarga a vida da gente e porque os dias das pessoas começam e terminam mal, assim como a vida e todas as perspectivas ficam amordaçadas por reclamações fúteis!
É mais provável que a boca amargue a água, pois, que culpa a água tem se a boca é amarga?
Essa semana o povo brasileiro foi às urnas para eleger os seus candidatos a prefeito e vereador. Apesar de não me envolver em política, eu não poderia deixar de fazer alguns comentários a respeito de tudo o que vi no decorrer dos últimos dias de campanha. Confesso que gostaria de comentar mais do que se segue, mas infelizmente minha ética não permite, na verdade, sinto que já falei demais desse assunto ultimamente. Posso adiantar, caros magistrados, que me limitarei apenas ao que cabe a mim comentar, ou seja, minha cidade. Todavia receio que a situação não foi tão diferente no resto do país, visto que somos "farinha do mesmo saco".
Como todos já sabem, estou muito decepcionado com os resultados que vem sendo apresentados pela humanidade, inclusive por mim... Na política não seria diferente, eu garanto. Na verdade, no caso da política eu já estou até na "missa de sétimo dia da minha esperaça", que é a última que morre (mas morre). Bem, isso não é surpresa para ninguém... Vejam só, todos dizem por aí: "Zezzo, os políticos fedem!", mas a verdade é que você, eu e o resto do povo também fedem, pois foi de nossa sociedade podre que saiu a carniça que governa esse chiqueiro. Querem uma prova? Bem, houveram boatos de que um certo candidato, ao qual não vou citar o nome, pois preso minha vida, esteve comprando votos. Certo, isso é errado, mas... não seria mais errado os "comprados" simplesmente não terem votado nele, mesmo aceitando o dinheiro? Fica aos seus critérios responder, porém sua resposta não vai mudar a realidade, que é bem evidente...
Outro fator que gostaria de comentar a respeito das eleições é sobre o nome da empresa cujo nome foi mais citado na eleição do que os nomes dos candidatos a prefeito. Adivinhem qual é? Sim, a Aracruz! É, aquela mesma que vai levar Valadares para o inferno em troca de 40 mil empregos! Ou vocês pensam que o eucalipto vai deixar a terra fofinha? Não doutores, ele vai arrasar com o solo e Valadares que já é uma sucursal do inferno vai virar ele próprio! Bem, desculpem o desabafo, os dizerem e nào dizeres da Aracruz não vem ao caso agora. O que vem ao caso é que durante as campanhas políticas até minha tia Bia trouxe a Aracruz para Valadares! Digo isso de maneira irônica, pois "Raimundo e todo mundo" trouxe essa empresa para cá esse ano a fim de conseguir um cargo político, como se a empresa não tivesse os seus interesses próprios e não estivesse vindo para cá porque temos terra fofinha para plantar. Magistrados, acreditem, nem mesmo o diabo traria essa empresa para cá se ela não quisesse. Isso sem contar com o fato de que ela só estará aqui daqui a uns SETE ANOS. Eu acho que só haverá ossos desses candidatos até lá... Na verdade, acho que vai estar todo mundo morto quando ela chegar. Nunca vi pensar tanto no futuro enquanto tem gente morrendo no presente...
Já que falei dos candidatos acima falarei deles agora. Os jargões políticos "Saúde, segurança, educação e emprego" todos já sabem, ainda mais entre os prefeitos. O que eu queria ao menos era um diferencial desse "feijão com arroz" que esses candidatos nunca mudam. Um rouba a plataforma do outro, que girando em torno de problemas que eles sabem que o povo tem, mas não resolvem. A mesma ladainha sempre, o qe muda é as falsas ou ineficases soluções que eles apresentam, ou no caso das eleições desse ano, nem apresentam... Ficam no papo da Faculdade Federal e o povo cai, como se construir um prédio escrito UFGV resolvesse o problema da educação, que nem no Ensino Fundamental foi resolvido... Bem, eu só constatei o que vou citar abaixo sobre os candidatos a prefeito:
1. Fulano falou do que fez durante seu mandato, o que o Ciclano não ia fazer e não falou o que ia fazer de novo.
2. Ciclano falou o que o Fulano não fez durante quatro anos, o que o Fulano não ia fazer durante os próximos quatro anos e não falou o que ia fazer de novo.
3. Beltrano falou o que um tal ex-prefeito aí que morreu fez, o que ele pode fazer a respeito disso (absolutamente nada, já que o "dito-cujo" morreu) e não falou o que ia fazer de novo.
4. E teve um outro aí que caiu nas piadas do povo e que APRESSENTOU BOAS PROPOSTAS. Chegou a 1%, acreditam?
Para finalizar, vai umas dicas para os candidatos a vereador das próximas eleições, que são na maioria simples. Não vou mandar para os prefeitos porque eles não bobeira, eles são latifundiários em maioria:
Primeiro: Eu NÃO estou preocupado com as suas ocupações, ou seja, o fato de você ser camelô, trabalhar na Policlínica Central, ser biscate, o que for, não lhe confere as características necessárias para que eu, eleitor consciente (em extinção), confie e vote em vocês. Isso porque vocês não tem nada a me oferecer a não ser a informação de onde vocês trabalham.
Segundo: Eu não sou trovador, músico repentista ou maluco para colocá-los na câmara por causa de uma rima, seja entre seu nome e seu número ou entre alguma palavra da língua portuguesa, que não seja seu nome, e seu número. Isso porque não preciso de rimas para lembrar de vocês se vocês forem bons, o que vocês aparentemente não são.
Terceiro: Vocês tem menos de dez segundos para me provar que são bons. Provem.
Bem, sinto que já falei demais, portato pararei por aqui. Como disse na introdução, há muito o que dizer, mas não serei eu a fazê-lo. Fica aí minhas conclusões sobre as Eleições Municipais deste ano, espero que não tenham gostado. Aqui me dispeço.
Um político está andando tranqüilamente quando é atropelado e morre. A alma dele chega ao Paraíso e dá de cara com São Pedro na entrada.
- Bem-vindo ao Paraíso! - diz São Pedro. - Antes que você entre, há um probleminha. Raramente vemos parlamentares por aqui, sabe, então não sabemos bem o que fazer com você. - Não vejo problema, é só me deixar entrar, diz o antigo político. - Eu bem que gostaria, mas tenho ordens superiores. Vamos fazer o seguinte: Você passa um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Aí, pode escolher onde quer passar a eternidade. - Não precisa, já resolvi. Quero ficar no Paraíso diz o político. - Desculpe, mas temos as nossas regras.
Assim, São Pedro o acompanha até o elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno. A porta se abre e ele se vê no meio de um lindo campo de golfe. Ao fundo o clube onde estão todos os seus amigos e outros políticos com os quais havia trabalhado. Todos muito felizes em traje social. Ele é cumprimentado, abraçado e eles começam a falar sobre os bons tempos em que ficaram ricos às custas do povo. Jogam uma partida descontraída e depois comem lagosta e caviar. Quem também está presente é o diabo, um cara muito amigável que passa o tempo todo dançando e contando piadas. Adiante ele vê umas mulheres bem formosas, sambando em vários carros alegóricos. Eles se divertem tanto que, antes que ele perceba, já é hora de ir embora. Todos se despedem dele com abraços e acenam enquanto o elevador sobe. Ele sobe, sobe, sobe e porta se abre outra vez. São Pedro está esperando por ele.
- Agora é a vez de visitar o Paraíso.
Ele passa 24 horas junto a um grupo de almas contentes que andam de nuvem em nuvem, tocando harpas e cantando. Tudo vai muito bem e, antes que ele perceba, o dia se acaba e São Pedro retorna.
- E aí? Você passou um dia no Inferno e um dia no Paraíso. Agora escolha a sua casa eterna. Ele pensa um minuto e responde: - Olha, eu nunca pensei.. O Paraíso é muito bom, mas eu acho que vou ficar melhor no Inferno.
Então São Pedro o leva de volta ao elevador e ele desce, desce, desce até o Inferno. A porta abre e ele se vê no meio de um enorme terreno baldio cheio de lixo. Ele vê todos os amigos com as roupas rasgadas e sujas catando o entulho e colocando em sacos pretos. O diabo vai ao seu encontro e passa o braço pelo ombro do político.
- Não estou entendendo, ontem mesmo eu estive aqui e havia um campo de golfe, um clube, lagosta, caviar, rainhas de baterias, carros alegóricos, nós dançamos e nos divertimos o tempo todo. Agora só vejo esse fim de mundo cheio de lixo e meus amigos arrasados!
O diabo olha pra ele, sorri ironicamente e diz: - É que ontem, estávamos em campanha política.
Antes de votar pense bem, talvez o seu candidato esteja apenas te mostrando uma coisa que ele não é. Vote com conciêcia, pois o seu futuro e o futuro de gente que você conhece, de gente que você não conhece e de gente que você ainda vai conhecer está na suas mãos!
Fim de processo eleitoral e nós eleitores que não elegemos ninguém respiramos aliviados.Você deve estar se perguntando:"Por que?".O término do processo eleitoral é muito bom porque eu vou poder chegar em casa e não mais encontrar uma pilha de "santinhos" atrapalhando e sujando a entrada, vou poder ir pra escola em paz, sem mais ver candidatos pelas ruas fazendo campanhas e se aproveitando da fraqueza dos outros, vou poder finalmente estudar em paz e não ficar vendo propaganda eleitoral sendo feita ilegalmente na minha escola, não vou ter que parar no trânsito por causa de uma carreata ou comício onde o que reina são as mentiras faladas por tantos candidatos, muitos que pouca diferença fizeram antes de ser eleitos, ou seja, não farão a mínima se forem.
O fim do processo eleitoral é onde mais uma vez o povão tá assinando seu próprio atestado de óbito intelectual, fazendo de conta que estão vivos, porque as promessas que esses candidatos fizeram durante nessas eleições foram mirabolantes, as mentiras foram claras e eu passo a acreditar friamente que o pior cego é o que não quer ver e que a cegueira intelectual e a vontade de não ver, é clara como água e suja como a fumaça das empresas que também foram prometidas em campanhas.
Todo mundo quis tirar proveito de tudo.Desde os candidatos aos eleitores.TODOS...TODOS...TODOS...Inclusive eu, que deslanchei um novo jeito de escrever, criticando e debatendo promessas de candidatos a vereadores e a prefeitura, e discuti com a "tia" da biblioteca da minha escola porque tinha adesivo de candidato lá dentro, aproveitei, pra começar a perceber que as pessoas têm muito mais interesse em se satisfazer e encher os bolsos do que contribuir para que a nossa sociedade melhore.
Finalmente, o que eu definitivamente não entendo é : Por que tantas pessoas, que são tão bem pagas e têm tanta liberdade para trabalhar, simplesmente não fazem nada e jogam no lixo o voto de confiança que toda uma população os deu e na outra eleição fazem a mesma coisa e pior, muitos são reeleitos.
Amanhã, eu vou acordar de manhã, sair da minha casa e ir a uma escola pra presenciar um ritual que me faz nojo, e a cada dois anos, a partir de agora, vou ter que agüentar isso e ficar calado, afinal de contas é a DEMOCRACIA do Brasil!
E o povo brasileiro vota, achando que tá se manifestando e na verdade estão colocando suas mordaças por mais quatro anos e mais quatro anos e mais quatro anos e assim sucessivamente até que morram e deixem a herança do silêncio pra seus pobres filhos, que deixam o silêncio pra seus filhos e tantas gerações foram assim até chegar em nós.
Seja a diferença que você quer ver no mundo!
Indicando um Vídeo com um texto muito importante - Só de Sacanagem de Elisa Lucinda
Eu não estou em você Você vive dentro de mim De todo resto eu me esqueci No entanto procuro lembrar
Eu sei que te amo! E nem sei porque te amo Espero que você saiba por mim Porque nem sei quem és
Eu sei porque estou aqui! Eu te escrevo versos Só para isso eu vivi E por isso vivo somente
Não sei qual é o seu nome... Nem porque deveria saber Talvez eu só queira você Você me basta Você é você Só você
Talvez seu nome não importe Ou talvez eu não queira saber Ou talvez não queira que me digas Talvez eu o queira descobrir Mas não somente o seu nome Esse é o que menos me importa Só quero te chamar de amor De amor somente e nada mais
Acho que só quero o seu sobrenome Aquele que só você tem Que é meu e que também é seu Só seu e de mais ninguém.
Em ti eu não preciso procurar beleza Não preciso me contorcer pra ser visto Basta ser apenas eu Enquanto você é tão você Com esse olhar tão lindo E sua beleza discreta Tudo o que encontrei sem procurar
Sua sinceridade Suas fugas Foges de mim Eu apenas te vejo fugindo Não vou atrás
Enquanto você corre em outra direção Permaneço sentado pra esperar a sua volta Só penso em você a cada segundo Só vejo você em cada sonho Só guardo de nós dois as boas lembranças
Sou tão teu e vc tão minha Um plebeu E uma princesinha Sou teu rei e você minha rainha.